10 de mai de 2011

Serviço Aeromédico da PMERJ faz seu primeiro resgate de PM ferido em serviço

No dia 03 de maio de 2011, por volta das 13:00h, a guarnição do Fênix foi acionada para socorrer um policial baleado com um tiro na cabeça, na Zona Oeste (área do 14º BPM).

Prontamente, os paramédicos equiparam a aeronave, juntamente com um médico e a tripulação operacional e partiram para o local.


Logo após o acontecimento, o policial ferido por PAF na cabeça, foi socorrido de viatura para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da região, entretanto essas unidades não possuem capacidade logística para realizar uma cirurgia dessa natureza e apesar de terem sido prestados os primeiros socorros à vítima, havia necessidade de remoção imediata para um pronto socorro capacitado.

Em menos de 15 minutos após o acionamento, o Fênix sobrevoava o local e fez um pouso em um terreno baldio próximo à UPA – Zona Oeste, aguardando a chegada da ambulância do GESAR (Grupamento Especial de Salvamento e Ações de Resgate) que tinha se deslocado uma ambulância com guarnição para atender à ocorrência, e que seria responsável por remover o PM da UPA até o local de pouso.


A equipe do GESAR que atendeu a ocorrência, é da base destacada avançada da zona oeste e fica baseada no CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças) e atende justamente àquela região. 

Após embarcado na aeronave Fênix, o policial foi levado para o BPChq (Batalhão de Polícia de Choque), local mais próximo do HCPM (Hospital Central da Polícia Militar), para onde o PM estava sendo removido. No BPChq há um heliponto e fica a sede do GESAR. para onde o PM estava sendo removido.

No pátio do BPChq, a guarnição e ambulância do GESAR já aguardava o helicóptero. O PM então foi deslocado para o HCPM onde deu entrada na emergência com vida e estabilizado.

O tempo total decorrido entre o momento em que o policial foi baleado até a sua entrada na emergência, foi em torno de 45 minutos, cumprindo com êxito o chamado “golden hour” que significa que as vítimas que socorridas no período máximo de uma hora a partir do momento do trauma, até a intervenção médica, tem uma porcentagem maior de sobrevivência e chances de ter menos seqüelas.